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Seja bem vindo!

Olá apaixonado por Fotografia e Cinema,

Esse blog foi criado especialmente para você ficar por dentro das notícias que rolam aqui na Escola de Imagem Câmera Viajante!!!
Um cantinho para divulgar conteúdos essenciais para a sua carreira na fotografia. Gostou? Então, fique ligado para não perder as novidades que rolam.
Nós em parceria com professores e alunos preparamos assuntos dos mais variados nichos encontrados nessa área de imagem visual.

FAÇA RETRATOS INCRÍVEIS

5 dicas para capturar o melhor, com qualquer equipamento.
Leia e faça suas fotos ficarem melhores ainda hoje!
Meus queridos leitores e viajantes essa semana vamos falar sobre retratos?

Garanto que se você seguir essas cinco dicas que eu vou te passar agora os seus retratos vão arregalar os olhos de qualquer cliente ou amigo. Então leia até o final!

A primeira delas é a seguinte:

1 #FRAME

A ideia por trás dessa dica é a seguinte: se o seu objetivo é fazer um retrato de uma pessoa, bichinho ou qualquer outra coisa. Tenha em mente a certeza estar valorizando na sua foto principalmente essa pessoa, bichinho ou objeto

Se você deixar o seu “FRAME”, a sua foto, cheia de outras coisas o seu retrato vai perder impacto. E não queremos isso, certo?

Existem muitas fotos que retratam toda uma experiência por trás e são muito bacanas sim. Mas não dá para negar que os momentos onde os olhos do espectador arregalam mais são aqueles nos quais as fotos possuem em destaque o sujeito fotografado.

Beleza? Então fica aí a primeira dica:

Isole melhor o sujeito da sua foto e dê essa injeção de impacto na hora!

Agora, a segunda dica que eu separei para hoje é:

2 #LUZ

Use a luz a seu favor
Fotografia é luz, né?

A gente tá cansado de saber, eu sei, eu sei… mas não custa lembrar.

Quer ser rei na fotografia? Coloca luz na rainha!
Se você souber usar a luz estrategicamente a seu favor, sua foto vai com toda a certeza se destacar na parede dos fotógrafos.

Você sabia que os nossos olhos são treinados para seguir a luz?
Pois é, olhamos primeiro aquilo que esta mais iluminado.
Então se você quiser retratos mais impactantes:

A luz principal precisa estar sobre o seu sujeito, não fora dele.

Ai tô emocionada!
Com a luz devidamente direcionada e a foto fechada naquilo que interessa, segura que essa terceira dica é ouro:

3 #FOCO

Assim como a luz, o foco e a nitidez é o truque dos mestres.
Mas onde eu devo focar? Ou melhor, em que ponto específico do retrato dou foco?

Tipicamente 9 entre 10 pessoas quando conhecem alguém olham primeiro pra onde?
Pros olhos! Então já sabe, é ali onde a atenção principal está na foto!

E se você precisar garantir apenas um lugar de foco em sua foto, você adivinhou…

Foco nos olhos!

Se você fizer um retrato onde o nariz, a orelha, os cabelos, as mãos, etc estiverem fora de foco, sem problemas. Entretanto se o nariz, a orelha, os cabelos, as mãos estiverem em foco e os olhos não

Alerta de foto ruim!

Como dica geral: Apenas aponte o ponto de foco nos olhos para cravar a nitidez ali e depois faça ajustes na sua composição se quiser.

Use configurações dos 3 pilares que sejam mais flexíveis para manter o foco bem distribuído e se precisar também, utilize tipos de aberturas médias de diafragma.

Ah, outra coisa, posicione os olhos do sujeito em um lugar estratégico para valorizar ainda mais a captura. Mergulhe fundo nas técnicas de composição que comprovadamente geram mais impacto.

OBS: O Curso A arte de retratar ensina tudo isso, passo a passo e na prática para você.
Quer ver? Clica aqui!

Seguindo em frente para a próxima dica:

4 #EMOÇÃO

Por mais que eu ache incríveis aqueles retratos elaborados de estúdio, ou aqueles típicos de book de casamento onde tá tudo perfeito tecnicamente, foco, nitidez, luz, composição…

Não dá pra negar que as vezes eles são meio estranhos e muito quadradinhos, né? Até previsíveis…

As fotos mais premiadas são aquelas que capturam a espontaneidade, uma emoção, ou algum momento. A verdadeira história acontecendo.

Já percebeu?

As pessoas se conectam com elas e o cérebro cria empatia. Há uma certa curiosidade para saber o que estava acontecendo ali.

É por isso que fotos nesse estilo, tipo foto de rua… que pegam pessoas normais no dia a dia delas rendem mais comentários.

Agora, evidentemente, esse estilo aí é uma categoria inteira a parte de fotografa, né? Quem fotografa principalmente viagens e paisagens, como nós aqui, tá habituado a esse tipo de coisa.

Se você for fotógrafo de estúdio, books, casamentos, enfim… eu sugeriria o seguinte:

Tente fotografar os momentos entre as fotos principais, sabe?
Os momentos em que as pessoas não estão preparadas, pegar literalmente elas desprevenidas… e geralmente essas acabam sendo as fotos que eles mais gostam te garanto. 

Cansou? Então vamos lá para a quinta e última dica que é:

5 #PERSPECTIVA

Se você for fotografar um gatinho, por exemplo, por que bater a foto lá de cima da sua altura?

Por que não fazer do mesmo plano que ele? No nível dos olhos!

Isso é verdade em qualquer outra situação.

Se você fizer a foto um pouquinho mais de baixo ou um pouquinho mais de cima… além de capturar alguns problemas tipo sombras e dobrinhas extras vai ficar um negócio meio esquisito.

As pessoas estão habituadas a sempre se verem no nível dos olhos.

Elas podem não gostar de se ver um pouquinho de baixo ou um pouquinho de cima Então, deixa eu te falar, se você fizer essa mudança de maneira drástica e intencional nas suas fotos, você pode ganhar outra camada de impacto.

Bom, como via de regra te recomendo fotografar sempre no nível dos olhos, ou bem de fora… seja de cima ou de baixo.


Boa? Gostou das dicas? Bora clicar agora, né!
E se você chegou até aqui, parabéns!
Quando for exercitar essas dicas usa a #camerav pra eu ver!


Abraços virtuais!
Eu vejo você no próximo post e até semana que vem.
Glória em #CameraV desligando.

Siga a Escola Câmera Viajante INSTAGRAM: @cameraviajante

Venha fazer o Workshop: A arte de retratar!

Aprenda os atalhos de teclado para Ps, Lr e Pr.

Bom todos sabem que os atalhos de teclado são a chave para otimizar e trabalhar mais rápido em muitos programas.
Buscamos então estas dicas para ajudar você a ter mais eficiência nos aplicativos da Adobe Creative Cloud. Nossos favoritos da vez são o Photoshop, Ligtroom e Premiere Pro. As imagens abaixo cobre os três aplicativos mais populares aqui na Escola Câmera Viajante. Elas ainda mostram as diferenças, se houver, entre os atalhos do Windows e do Mac. Confere aí em baixo!

Quer aprender mais? Conheça o nosso Workshop: Domine o Photoshop 100% online!

Quer aprender mais? Conheça o nosso Workshop: Execute no Lightroom 100% online!

Esses atalhos servem para ajudar a reduzir o tempo de trabalho. Saiba que ao utiliza-la você pode economizar no mínimo uns 30 minutos do seu tempo.É… Eu sei não parece muito, mas soma aí e vê quanto tempo daria em um ano.

Quer aprender mais? Conheça o nosso Workshop: Edite com o Premiere 100% online!

Para ajudá-lo a aprender todos esses atalhos de teclado diferentes (alguns dos quais não foram publicados no software), compartilho essas dicas maciças, que você pode salvar para referência futura.

Fonte: http://lifehacker.com/learn-all-the-keyboard-shortcuts-for-adobe-apps-with-th-1711694110

SetUpABlogToday.com oferece o gráfico como um download em PDF para impressão e como folhas de dicas individuais.

Folha de dicas dos atalhos de teclado do Adobe CC 

POA150FOTOS

Contra o covid-19

Fotografias para salvar

Projeto POA 150 Fotos reúne acervo fotográfico em campanha para arrecadar fundos para instituições durante a pandemia

O  Projeto POA 150 Fotos é uma campanha lançada nesta segunda-feira, 18, para auxiliar e amenizar os efeitos que a pandemia de covid-19 tem sobre as classes mais vulneráveis.

Durante 15 dias de campanha, de 18 de maio até 3 de junho de 2020, serão vendidas obras de fotógrafas e fotógrafos brasileiros pelo preço único de R$150, impressas em papel algodão nas dimensões 20×30, sem limites de cópias. O alto impacto que a crise do coronavírus está causando na economia motivou um grupo de fotógrafos de Porto Alegre a buscar alternativas para minimizar esse momento difícil nas comunidades mais carentes. 

A ideia partiu do fotógrafo Pedro Braga, que inspirado por uma iniciativa italiana, que também teve êxito na cidade de São Paulo, criou a campanha POA150FOTOS. O projeto, encabeçado pela sua produtora cosigno.cc, reúne 150 imagens autorais doadas por 150 artistas diferentes para serem comercializadas no site poa150fotos.com.br. 

Toda arrecadação com as vendas será revertida para dois projetos sociais da Capital, o SOLICOM UFRGS (Solidariedade Pandemia UFRGS), coletivo de docentes da UFRGS criado para atender a mais de 10 comunidades e instituições da cidade que dão suporte à população LGBTQI+, quilombolas, associações de vilas e comunidades indígenas que estão em situação vulnerável e o Nós por Nós Solidariedade, coletivo independente criado para dar assistência aos moradores do bairro Cohab de Porto Alegre.  

Os artistas participantes foram indicados por um grupo convidado de curadoras  e curadores de instituições apoiadoras do projeto, como a Fundação Iberê, Museu de Arte Contemporânea do RS, Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do RS, Instituto Ling, Galeria Mascate, Barraco Cultural, Fluxo Escola de Fotografia e Cinema, Ecarta e Festival FestFoto. A iniciativa conta ainda com apoio da empresa de impressão Laboratório, Secretaria de Cultura do Governo do Estado do RS, Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal e Unisinos. A campanha também está no ar no Instagram do projeto: @poa150fotos, onde serão realizadas lives com os fotógrafxs e curadorxs.

As arrecadações com as vendas serão revertidas para as instituições Solicom e para o Nós por Nós Solidariedade, coletivo independente criado para dar assistência aos moradores do bairro Cohab de Porto Alegre.

Os Curadores:

Alexandre Santos, Andre Venzon, Evelyn Ruhl, Igor Sperotto, Leonardo Savaris, Lucas Pierozan, Lucie Alessi, Marina Chiapinotto, Rochele Zandavalli e Tiago Coelho.

Os Fotógrafos:

Alex Brandao, Alexandre Raupp, Aline Motta, Alvaro Andrade, Ana Flavia Baldisseroto, André Ávila, André Bastian, André Feltes, André Hilgert, André Venzon, Andrea Bracher, Andrea Machado, Andressa Pacheco Lawisch, Angelo Bonini, Antonio Torriani, Bárbara Bragato, Bruna Engel, Bruna Fleck Tagliari, Bruno Alencastro, Bruno Gularte Barreto, Bruno Polidoro, Carine Wallauer, Carlos Carvalho, Carlos Macedo, Carol Lütckmeier, Carolina de Góes, Caroline Carniel, Chana de Moura, Cláudio Lacerda, Clóvis Dariano, Cristiano Bauce, Cristiano Sant’ Anna, Daliana Mattana, Dani Remião, Daniel Fraga, Danilo Christidis, Denilson Machado, Eduardo Boldrini, Eduardo Dall Óglio, Eduardo Seidl, Eduardo Vieira da Cunha, Eliane Heuser, Elvira Fortuna, Emmanuel Denaui, Eneida Serrano, Erick Peres, Estefânia Young, Eurico Salis, Eveline Medeiros, Fabiane Aleixo, Fabio Del Re, Fabio Nagel, Fagner Damasceno, Felipe Morozini, Fernanda Chemale, Fernando Schmitt, Fil Giuriatti, Flávio Fontana Dutra, Flavya Mutran, Francine Lasevitch, Gabriel Carpes, Gabriel Chaim, Gabriela Mo, Gilberto Perin, Giulia Muller, Gustavo Balbela, Helen Salomão, Heloisa Medeiros, Hernando Salles, Ieve Holthausen, Igor Sperotto, Isabella Lanave, Isis Medeiros , Jacqueline Joner, Jane Cassol, Joaquim Paiva, Jorge Aguiar, Jorge Leão, Josemar Afrovulto, Josué Braun, Julio Lima Appel, Karen Gradet, Kim Costa Nunes, Lau Baldo, Laura Moreira, Leandro Selister, Leo Caobelli, Leonardo Savaris, Leopoldo Plentz, Letícia Lampert, Letícia Remião , Luísa Dorr, Luiz Carlos Felizardo, Luiz Eduardo Achutti, Maciel Goelzer, Marcelo Bordignon, Marcelo del Rei, Marcelol Lubisco Leaes, Marco Antônio Filho, Marco Cavalheiro, Mariane Rotter, Marina Chiapinotto, Mateus Bruxel, Maurício Capellari, Mauricio Lima, Maxwell Vilela, Mônica Maia, Myra Gonçalves, Natalia Blauth, Nathalia Grill, Neca Sparta, Nicolas Tapia, Nilton Santolin, Paulo Coqueiro, Pedro Braga, Pedro Fonseca, Pyetra Salles, Rafael Muniz Espíndola, Rafael Vilela, Raphael Alves, Raul Krebs, Renan Benedito, Renan Rosa, Renata Stoduto, Ricardo Neves, Roberta Borges, Rochele Zandavalli, Rochelle Costi, Rodrigo Marroni, Rogério Amaral Ribeiro, Rogério Ferrari, Romy Pocztaruk, Rudá de Melo, Sandra Gonçalves, Sean Hawkey, Selene SanMartin, Tadeu Vilani, Thais Ferreira, Thales Renato (Ninja), Thiéle Elissa, Tiago Antoniazzi, Tiago Coelho, Tiago Henrique, Tuane Eggers, Tuane Fernandes, Tuca Vieira, Tyrone, Ursula Jahn, Vicente Carcuchinski, Vilma Sonaglio, Vinícius Angeli, Vitória Macedo, Vitória Proença, Walter Karwatzki, Xadalu

Strobist

Controle a luz a seu favor.

Foto de Elio Abe

Strobist é uma técnica utilizada na fotografia. Você pode ou não optar em usá-la, mas eu te garanto que os resultados finais podem impressionar qualquer cliente inclusive aqueles mais chatinhos!

Ficou interessado então segue lendo o post!

Você já ouviu esse termo antes?

Se você é fotógrafo a algum tempo o termo “strobist” já deve ter cruzado o seu caminho. Mas chegou a hora de se aprofundar no assunto. Que tal?

Aqui quero te passar alguns conceitos sobre Strobist e prepará-lo para que você descubra se possui as qualidades para ser um “expert” em usar o flash fora da câmera.

Afinal, o que é Strobist?

Strobist nada mais é do que utilizar o flash comum, não de estúdio, fora da sua câmera.

– Okay, mas é só isso?

– Sim, só isso.

A grande questão é, como fotógrafo você sabe que ao utilizar um flash em suas produções as possibilidades na fotografia se expandem, imagina poder usá-lo fora da sua câmera!? Você vai literalmente poder manipular a luz a seu favor de onde quiser com essa técnica.

Por quê você deve usar?

Bom vamos dar um exemplo bem prático:

Você possui um cliente que deseja fazer algumas fotos fora do seu estúdio e você só tem aquele flashes pesados, sabe? Aqueles que você tem que até ligar na tomada para ter luz. É nesse, momento de desespero que você deve fazer uso do Strobist!

Viu a vantagem, não?

Peraí que vou explicar melhor;

Usar a técnica de Strobist a longo prazo vai te trazer redução de custos, pois um conjunto de flashes digamos dos mais baratos não custa menos de R$50,00 + um conjunto de tochas e o gerador que você vai precisar para colocar o seu equipamento na rua para fazer aquele ensaio externo. Iii, vai custar uma graninha. Contudo um conjunto de radioflash pode sair por menos de R$300,00. Uma baita economia se você está começando e não quer investir tanto em equipamentos.

Vamos continuar?

Ao utilizar o Strobist você terá maior mobilidade, por ser um conjunto prático e leve, com isso ângulos diferentes podem dar aquele resultado fantástico no final. Você sabe o peso de uma sombrinha difusora, um tripé e um flash? Pois é pesam muito menos que um conjunto inteiro de estúdio. Fora ainda que se você não tiver um gerador, vai ficar limitado ao tamanho dos cabos presos na tomada. Entretanto com o Strobist você depende apenas de pilhas.

Claro que nem tudo é perfeito no mundo do Strobist. Você vai precisar de criatividade para sobreviver neste meio que ainda caminha com várias adaptações. Mas isso fica pra um próximo texto.

Como começar a usar o Strobist em suas produções?

Do que é preciso para iniciar no strobist? Você vai precisar antes de tudo de conhecimento técnico e logo depois para praticar

–De uma câmera com sapata para flash (modelos avançados de prosumers e compactas, micro four thirds e DSLRs)

– Flash externo

– E um meio de disparo fora da câmera (radioflash xing ling, radioflash caro, sistema CLS Nikon, sistema ST-E Canon, …)

Um resuminho para não quem ainda ficou com dúvidas. O que vai mudar entre as formas de disparar o flash é essencialmente é a comunicação entre os equipamentos.

Os sistemas da Canon e Nikon utilizam infravermelho e possibilitam utilizar TTL. Os modelos de radioflash fazem a comunicação via frequência de rádio, que tem como vantagem um maior alcance e a não necessidade de “vista” entre emissor e receptor, caso do infravermelho (aquela velha história do controle remoto da TV só funcionar quando se aponta para a ela).

Os modelos mais baratos de radioflash (e alguns dos caros) só possibilitam disparo no modo manual, ajustando a potência. Isto é um um pouco limitante quando falamos do uso para evento, mas em books e ensaios não chega a ser um grande problema. Até é interessante para o aprendizado de luz, te obrigando a ajustar as potências.

Funciona mesmo?

Olha se funciona, essas fotos falam por si só! Confere aí alguns resultados obtidos pelo Prof Elio Abe da Escola Câmera Viajante.

E se você tiver alguma dúvida ainda pesquise mais a respeito ou utilize a caixa de comentários para saber mais!

E visite o nosso site cameraviajante.com.br, lá temos um Workshop de Strobist para você aprender na prática.

Você conhece Taquari?

Foto de Nina da Silva

Se a sua resposta for não
Temos a oportunidade perfeita para você!

Então leia até o final este post.

A Câmera Viajante adora essa cidadezinha Luso-Açoriana, fomos uma vez em 2005 e ficamos encantados. Neste ano decidimos que estava na hora de voltar e ver as transformações que aconteceram ao longo desses quatorze anos.
Te convidamos para participar desse dia, tirar muitas fotos e dar muitas risadas!

Mas antes que tal um pouco de história?

Para os que não sabem Taquari é um município brasileiro da região central do estado do Rio Grande do Sul.

Pertencendo à Mesorregião do Centro Oriental Rio-Grandense e à Microrregião de Lajeado-Estrela. É conhecida como a cidade mãe do Vale do Taquari, que é o terceiro vale mais fértil do mundo! Somos ou não somos um povo sortudo?

Bom continuando…
A cidade se constituiu com a chegada de casais açorianos, por volta de 1764, sendo considerada uma das mais antigas do estado. Recebeu ainda grandes influências oriundas dos negros africanos, dos alemães, bem como dos italianos, além de outros povos e culturas, porém, em menor número.


ATENÇÃO :

Neste sábado 30 de novembro iremos revisitar esta cidade e passar pelo famoso Jornal Taquaryense!

Saiba mais clicando aqui!

Segundo Anna Liza Precht & Gabriela Antunes o Jornal Taquaryense, que, com seus 122 anos, é o segundo jornal mais antigo do estado ainda em circulação – o primeiro é a Gazeta do Alegrete que circula desde 1882. Produzido de forma artesanal, o periódico utiliza-se de tipos móveis, sendo o único da América Latina que ainda o faz. Trazendo ao conhecimento um breve relato da história de Plínio Saraiva, filho do fundador Albertino Saraiva, e detalhes da estrutura do jornal, visamos esclarecer essa parte da história da imprensa do Rio Grande do Sul que é ignorada pela grande maioria dos livros que aborda esse assunto. Nas páginas desse jornal foram contados episódios marcantes da história do Brasil e do mundo, mas em especial da cidade da qual deriva seu nome. Iniciando sua trajetória em fins do século XIX, O Taquaryense atravessou o século XX e adentra o XXI sem alterar seus moldes, conservando em suas páginas a simplicidade e a seriedade das quais jamais se distanciou. Visitar as instalações de O Taquaryense é praticamente fazer uma viagem no tempo; entra-se pela modesta porta do pequeno prédio e perde-se nos cento e poucos anos de história do jornal.

Por Equipe Câmera Viajante

Vinte anos da Escola Câmera Viajante

“Tudo começou com o primeiro passeio para Maquiné, litoral do Rio Grande do Sul, no dia 12 de outubro, data que resultou de várias remarcações. Neste dia a Câmera Viajante se tornou uma realidade”.

Gérson na ponte de madeira

Os porto-alegrenses tem um motivo de orgulho neste mês de outubro, uma de suas instituições de arte fotográfica está comemorando no mês de outubro 20 anos de trabalho. Refiro-me à Escola Câmera Viajante, que conta com uma equipe de profissionais especializados tanto na fotografia quanto no cinema digital.

Angelo, Rafael e Carlos

É uma atividade que exige engajamento, pois ser fotógrafo não é apenas clicar uma câmera. Exige um olhar consagrado com técnica de manejo de seus equipamentos.

Por olhar consagrado entendo sensibilidade, muita sensibilidade, no sentido de extrair a alma daquilo que ele foca. A boa foto se converte em poema visual. Algo parecido ao escultor que a partir de seu imaginário manipula com o seu martelo uma pedra bruta e a transforma em obra de arte.

A fotografia, a escultura e a pintura têm destinos paralelos e complementares. Paralelos porque depende da sensibilidade do olhar artístico. John Hedgecoe, que nos anos 1970, desenvolveu uma brilhante carreira como fotógrafo e editor associado à revista Queen, dizia: “A fotografia começa com a sensibilidade do olhar, mas se complementa com a habilidade treinada do equipamento que o fotógrafo usa”. Conclui, “Um objeto precisa ser fotografado muitas vezes, em dias diferentes, pois a luz natural nunca é a mesma”.

Reconheço que fotografar não é sinônimo de clicar uma câmera. Nos últimos anos, o manejo e a instrumentalização sofreram mudanças profundas com as câmeras digitais, cada vez mais aprimoradas. A atualização e a adaptação são indispensáveis.

A Escola Câmera Viajante, que comemora seus 20 anos de fundação, enfatiza tanto a atualização técnica quanto o processo de contínuo aprendizado do fotógrafo.  

Alberto e Ângelo

Nesse sentido, a instituição operou mudanças em seu currículo. Segundo as palavras do diretor geral, Rogerio Amaral Ribeiro Rar, “a partir de 2016 julgamos necessário criar um novo Curso de Fotografia Profissional com duração de um ano com mais ênfase em questões comerciais da fotografia, com disciplinas de Administração, marketing, vendas e formação de preços com apoio do SEBRAE”.

Conheço o Rogério e sua biografia é rica. Leciona fotografia desde 1995 e fez vários cursos especializações. É pós-graduado em Pedagogia da Arte (UFRGS). Pós-graduado em Museologia e Patrimônio Cultural. É Bacharel em Artes Plásticas com Habilitação em Fotografia (UFRGS). Têm trabalhos fotográficos publicados nas revistas Die Weltwoche de Zurique, Le Courrier de Genebra, ISTOÉ e Carta Capital de São Paulo, L’Humanité e Agence Gamma de Paris. Suas fotografias já foram expostas em Nova York, Aukland, Londres, Genebra, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

Ele conta que a instituição surgiu de uma ideia de dar aulas na rua. Algo inédito na época. O objetivo seria encontros, práticas fotográficas seguido de avaliações imediatas das fotos. Já o nome de Câmera Viajante foi sugestão de Karla Nyland, inspirado num poema de Carlos Drummond de Andrade.

E tudo começou com o primeiro passeio para Maquiné, litoral do Rio Grande do Sul, no dia 12 de outubro, data que resultou de várias remarcações. Neste dia a Câmera Viajante se tornou uma realidade com a ideia de levar aficionados para uma vivência real num lugar definido. Em 2018, já uma escola com sede fixa, realizou um projeto para Patagônia na Argentina.

Primeiros viajante da Câmera Viajante

É uma bonita história a qual me associo e cumprimento o Rogério Ribeiro e toda a sua equipe pelos 20 anos de existência da Escola Câmera Viajante. 

Por Themis Pereira de Souza Vianna

Foto A’gosto


Agosto um mês que dá gosto em fotografar.
Bom para tod@s @s fotograf@s é dia de clicar, mas aqui entre nós, agosto é especial, não é mesmo?
Nesse dia 19 comemoramos juntamente com o Foto Clube Portoalegrense os primeiros passos da fotografia. Numa janta preparada especialmente pela nossa parceira Dilse Oliveira e seu Di’Café

Para os que estão entrando agora é bom falar, pois informação nunca é demais. A fotografia assoprou suas velhinhas e fez 180 anos neste mesmo dia. Você sabe o que é isso?
O que seriamos sem a fotografia, né?
Como tudo tem um início na vida, a fotografia também surgiu em algum momento. Foi especificamente na França, no século XIX.
E aqui na Escola Câmera Viajante organizamos um evento para celebrar essa data. Pensamos em algo bem legal, onde as pessoas pudessem se reunir, trocar uma ideia e dar umas risadas aqui nesse espaço reservado aos apaixonados por fotografia!


Agenda lotada e a casa agitada. Ai que delícia este agosto.
Contamos com palestrantes de peso, dentre eles Antonio Sobral, Carlos Eduardo Vaz e Mari Schmitt. Falando sobre fotojornalismo, abordando a inclusão e entendendo a construção da imagem. Contudo, o que é bom dura pouco. E quero dizer que estamos nos aproximando deste que foi um grande evento!
Já participou? Gostou?

Mas ainda não acabou, neste domingo gostaríamos da tua presença para dar mais um gás e chegar ao fim deste mês. No dia 25/AGO às 10h abriremos a casa para te receber com músicas, comidas, bebidas e muito mais. É só chegar aqui na Rua Miguel Tostes 736!!

Ah, e lembrando que teremos mais uma palestra no dia 28. Falaremos desta onda de criação de conteúdo para a famosa mídia Youtube. A recém formada Jessica Fontoura vai trazer as novidades que estão rolando por esta web. Não perca é às 19h aqui na Escola Câmera Viajante!!
Ei, pra quem não puder comparecer na escola, faremos uma live no instagram para ninguém ficar de fora, okay? Mas tem que seguir lá @cameraviajante.  s2

Voltando ao domingo, no dia 25, a casa estará novamente cheia, com várias atividades como: Leituras de Cartas com Rose Arruda; Teremos a presença do Brechó Garimpo, olha que chique! Coordenado pelos queridos Jeff e Rafaela; Harmonize Brechó e Beleza montará sua barraquinha. A PIPE Company confirmou o seu lugar e trará as suas coleções; Para quem não resiste a um acessório a Peccatto Acessórios estará tentando nossos olhos; Contaremos com o Guido Tattoo para tatuar a pele de quem quiser com o seu  Flash Tattoo; Reservamos ainda um espaço para o Brique de Arte, Livros e Equipamentos Fotográficos com o Dr. Claiton Ferreira; Montaremos um varal fotográfico para foto-trocar com todos os convidados da Escola Câmera Viajante
E rolará um sorteio de brindes ao final do dia ajeitado pela Laçador DigitalEquipamentos fotográficos;

Olha, eu não fico em pé sem comida e você?
Para esta parte essencial o Di’Café e seu Cardápio bateram o ponto; A Toke de Anjo e seus quitutes deliciaram o nosso dia; E o Sabará e seu Chopp brindaram conosco este evento fantástico.

Daremos um extra para aqueles que não puderam assistir a palestra do dia 14/08, convidamos novamente o Carlos Eduardo Vaz que dará uma resenha da sua palestra: “A construção da Imagem” às 16h.

Tudo bem, tudo bom.
E tu me pergunta, e a música? 
Bom das 11:30 às 13h, Juju Wagner subirá no palco com sua voz e violão.
E a partir das 16:30 às 18h Rodrigo Rodrigues assumirá o lugar e encerrará este evento para nós.

Por Sophia Longaray

O surgimento da Fotografia na Europa

E os novos paradigmas para a representação visual no SÉCULO XIX

Em 19 de agosto de 1839, quando o astrônomo e deputado François Arago chegava ao Instituto de França para se reunir com os membros da Academia de Ciências e Belas Artes, uma multidão curiosa e excitada o esperava no pátio do Instituto. A invenção de Louis Daguerre seria finalmente apresentada para a Academia e sua patente vendida ao governo francês. Era uma descoberta previamente anunciada e naquele dia seus segredos iriam ser desvendados. A fotografia nascia plenamente integrada ao pensamento liberal das insurgentes nações industriais e com um público sedento para consumi-la. 
A sociedade européia estava madura suficiente para recebê-la e acreditava cegamente que ali estava um sistema de representação da realidade, puramente mecânico, sem a interferência da consciência humana. Entretanto, desse sistema surgiria uma das formas mais eficientes de manipulação da realidade.
A fotografia enquanto representação fiel da realidade proporciona às pessoas a ilusão de viajar a lugares distantes. As fotos em estúdio, também, podem simular um status social que a pessoa retratada não possui. A fotografia penetra em várias áreas, desde as artes plásticas – libera a pintura artística das responsabilidades de representar fielmente uma imagem figurativa, abrindo os caminhos expressivos e revolucionários da arte moderna – até a área científica e policial.

De acordo com os discursos da época, a imagem fotográfica é a “imitação mais perfeita da realidade”, tendo uma capacidade mimética que procede da própria técnica, de seu procedimento mecânico, que permite fazer aparecer de uma maneira “automática”, objetiva, quase “natural”.
Os fatores que colaboram para o aparecimento dessa invenção na sociedade do século XIX são vários e motivadores: uma parcela considerável da população é analfabeta, sendo então necessário o desenvolvimento da informação visual para a propaganda política e para a publicidade comercial.
Com a revolução industrial surgida na Inglaterra, a sociedade demanda cada vez mais, por uma produção de imagens, baseados nos requisitos desta nova época: exatidão, rapidez de execução, baixo custo e reprodutibilidade.
O fotógrafo de retratos em estúdio possui salão de pose, onde as pessoas vestem roupas e posam em cenários com barquinhos, balões, escotilhas de navios, falsas paisagens e falsas viagens, esta ilusão fotográfica transporta o indivíduo a qualquer parte do mundo. 
A fotografia cria um novo paradigma: “a realidade virtual”, uma necessidade desse frenético mundo industrial. Nesse processo avassalador, ela percorre as intensas transformações sociais e urbanas vividas pelo mundo ocidental ao longo do século XIX, dando partida para uma série de novos inventos (cinema, televisão e computação gráfica) no século XX, que ampliarão a dimensão desse novo paradigma.”

Por Rogério Pedroso do Amaral Ribeiro.

Trechos do trabalho de Metodologia de Pesquisa
Professora: Ana Albani 
Bacharelado em Artes Plásticas.
Instituto de Artes, UFRGS, 1996

Café Fnac recebeu Sarau de Fotografia da Escola Câmera Viajante

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No ultimo domingo (8) o café Fnac do Barra Shopping Sul foi palco do Sarau de Fotografia da Escola Câmera Viajante.

Karla Nyland, diretora geral da Escola Câmera Viajante recebeu a professora, fotógrafa e artista visual Vera Carlotto que falou da importância da composição, desenvolvimento do olhar e da estética fotográfica buscando uma linguagem pessoal.

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Vera apresentou um pouco do trabalho realizado na escola Câmera Viajante e fotos de alunos em uma apresentação audiovisual.

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Alguns trabalhos realizados por alunos em aulas práticas do curso de Composição Fotográfica, foram apresentados no evento e ficarão expostos até o dia 22 de dezembro.

O evento foi um sucesso recebendo mais de cinqüenta pessoas.

Fotos: Karla Nyland

Uma viajante da câmera na Turquia

Entre o Mediterrâneo, Egeu, Mar Negro e o Mar Mármara, o menor mar do mundo NinaBeth Muccillo conta um pouco da terra dos sultões e tapetes mágicos. A Turquia é um esplêndido e fascinante país que esteve sempre dividido entre o oriente e o ocidente, o passado e o presente, o Laicismo e o Islam, o tradicionalismo e o progresso, um misto entre o antigo e o novo mundo.

Um país com setenta milhões de habitantes, república desde 1923, encanta pela beleza natural, as montanhas, os cenários lunares da Capadócia, limpas praias, restos de antigos templos e vestígios de antigas civilizações. A Turquia, ao longo dos séculos, teve doze civilizações que se sobrepuseram umas as outras. Cada uma foi deixando sua marca e assim formou-se à grandiosa cultura do qual somos um pouco filhos e herdeiros.

Ancara, capital da Turquia é sede do parlamento, mas Istambul é o centro das antigas atrações nunca esquecidas no coração dos turcos. Esta se apresenta como uma “antiga senhora,” com seus altos minaretes e sua longa ponte sempre cheia de magia e mistérios. Conservaram vestígios e glórias da cidade que já foi denominada a fabulosa Bizâncio, a esplêndida Constantinopla e hoje a belíssima Istambul.

Depois da Palestina, a Turquia é o país onde cristãos reencontram as origens da fé, onde nascem o Tigre e Eufrates. Os rios bíblicos dos quais descendem a humanidade.
É um país que nos foi descrito pela arte e cultura, silencioso onde a luxúria reviveu no Barén do Sultão, senhor das odaliscas. Aqui surgiram histórias de sultões, príncipes e reis não tão dinâmicas como as dos faraós egípcios, mas cheias de magia e romantismo.